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Endgame: Review faixa a faixa
23 de Julho de 2009

A revista Metal Hammer postou um review faixa a faixa do novo álbum do Megadeth, “Endgame”.

Dialectic Chaos: Um verdadeiro épico instrumental de 2 minutos cheios de solos abre o álbum! Mustaine tem dito recentemente, para quem quisesse ouvir, que o ex-guitarrista do Neverorme e Jag Panzer, Chris Broderick, é o melhor que o Megadeth já teve e com essa abertura estupenda (e no decorrer do álbum) os solos são divididos entre os dois e são arrebatadores.

This Day We Fight!:
A faixa instrumental cessa e cai direto em um riff dilacerante com uma linha vocal raivosa de Mustaine. É uma combinação de abertura FODA! O andamento, a agressividade latente, os riffs assombrosos - Mustaine soa mais do que puto e essa música ao vivo vai arrebentar. Os solos nessa música vão fazer seu rosto derreter, um verdadeiro soco na cara.

44 Minutes: Um introduçao épica e comovente (complementada com o rádio a policia ao fundo anunciando um crime em andamento) dá lugar a um riff gritante e pesado que domina o verso e é segudio por um refrão melódico e tem mais solos esmerilhantes. O segundo solo tem influências orientais mas a guitarra base é tão foda quanto o próprio solo.

1,320: Um riff oitentista inspiradissímo acompanhando por uma batida forte na caixa de bateria. A faixa baseada em motocicleta é acompanhada de um riff cheio de gás e mais e mais solos. Os fãs irão molhar as calças quando ouvirem esse álbum!

Bite The Hand That Feeds: Novamente o riff principal é bem oitentista, mas de um modo que não soa nem um pouco datado. Captura a essência do antigo Megadeth mas com a produção dinâmica e potente de Andy Sneap fica soando potente e bem 2009. Até esse momento parece que o Megadeth criou algo ralmente especial. Cada segundo é mais foda que o outro. O finalzinho dessa música é uma mescla de Megadeth com Motorhead!!

Bodies Left Behind: A faixa abre em um compasso mid-tempo que nos faz lembrar da banda no início dos anos 90. Mais uma vez é o desdém que é marca registrada de Mustaine que comanda o show. Possivelmente o refrão mais pegajoso até o momento e a mais cheias de mudanças em relação a ritmo e feelling (desde um mid-tempo até um thrash arrebatador). Essa música é fantástica, um monstro.

Endgame: “Attention! Attention! All citizens report to your district detention centres! Do not return to your homes! Do not contact anyone! Return all of your weapons!” é gritado em um megafone, referente a natureza politica do álbum, antes de dar lugar a um bombardeio de riffs. A música ganha velocida por volta dos 2 minutos enquanto o solos tomam conta de novo. “This is the end of the road, this is the end of the line, this is the end of your life, this is the Endgame!”, é urrado no refrão. Com um tempo de duração um pouquinho abaixo dos 6 minutos essa é outra faixa fenomenal.Nós sabemos que você já leu várias coisas positivas sobre o álbum, mas é que é BOM MESMO!!

The Hardest Part Of Letting Go…Sealed With A Kiss: Com uma abertura acústica e violinos bem sutis são acompanhada de uma linha vocal tenebrosa do Mustaine. A guitarra solo fica a espreita no fundo esperando apenas o momento de aparecer e vir arrebentando com tudo. Riffs atordoantes combinados com linhas precisas de violino nessa balada com uma pitada de hard-rock.

Headcrusher: Se você ainda não ouviu essa música, deveria. Procure por ai. É outro clássico do Megadeth a espera e os riffs fazem até um homem sem pescoço bater cabeça.

How the Story Ends: ‘United Abominations’ foi um álbum fantástico, mas quando você chega a faixa 10 do Endgame e ainda continua bom e fazendo seu dinheiro valer a pena, a gente se dá conta com que estamos lidando. Mais riffs estupendos, com váriações de ritmo, um bumbo duplo pra lá de agressivo e um refrão estonteante, How The Story Ends é outra faixa matadora. Estamos definitivamente em frente ao melhor álbum do ano aqui, sem dúvida alguma.

The Right To Go Insane: Uma linha de baixo barulhenta nos leva a um riff arrastado e pesado que nos faz lembrar novamente do Megadeth dos anos 90. Depois de 3 minutos a música ganha um gás e dai é o inferno na Terra. Solos pra lá e pra cá enquanto a guitarra base vem martelando tudo até o final da faixa.

‘Endgame’ não apenas tem tudo para ser o melhor álbum do Megadeth depois de quase uma década (grande conquista se considerarmos o quão bom foi o United Abominations), mas em um ano cheio de ótimos álbuns, Endgame é definitivamente o melhor.

Fonte: Metal Hammer





Comentário por Paulo_Paz, 2009-09-27 12:23:49
"fazem até um homem sem pescoço bater cabeça" - isso foi engraçado, cara... O Endgame está lindo, realmente... to viciado nele... a Letra de "Endgame" é muito bem elaborada e reveladora... tem que ter uns conhecimentos escondidos para entendê-la, senão vão dizer que Mustaine é louco... massa!

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